Um Lugar ao Sol – Uma Obra-Prima de George Stevens
O jovem e pobre George Eastman deixa sua mãe religiosa em Chicago e chega na Califórnia esperando encontrar um emprego melhor na fábrica de seu rico tio Charles Eastman. Ele começa no chão de fábrica e seu primo Earl Eastman o informa que há muitas mulheres trabalhando na fábrica e que a regra básica a ser cumprida é não sair com nenhuma delas.
George encontra a operária da linha de montagem Alice Tripp no cinema e eles passam a namorar escondido. Neste meio tempo, o deslocado George é promovido e conhece a bela Angela Vickers em uma festa na casa de seu tio. Angela o apresenta para a alta-sociedade local e eles se apaixonam um pelo outro. Entretanto, Alice está grávida e quer se casar com George.
Durante uma jantar na casa do lago de Angela com os pais, parentes e amigos dela, Alice telefona para George da rodoviária e dá trinta minutos para ele ir buscá-la; caso contrário, ela irá ao jantar e contar o que aconteceu com eles. George é pressionado pela situação, que termina em tragédia.
“Um Lugar ao Sol” é uma obra-prima inesquecível de George Stevens e uma das melhores história de amor produzida pelo cinema, com um perfeito desenvolvimento de personagens e situações.
Eu vi este filme pela primeira vez em 14 de junho de 2001 no Telecine Classic e ontem eu assisti novamente em um DVD da Paramount, que tem ótimos Extras que contam detalhes da dificuldade de George Stevens para trazer o romance de Theodore Dreiser An American Tragedy para o cinema e de selecionar o elenco.
George Stevens teve que processar a Paramount para fazer cumprir o contrato assinado e conseguir os recursos necessários. Um outro ponto interessante é Shelley Winters, que era um símbolo sexual naquela época, contando como ela conseguiu o papel de Alice Tripp. Elizabeth Taylor também conta fatos engraçados de seu relacionamento com Montgomery Cliff.
Para maiores detalhes deste filme, ver o link e o trailer abaixo:
http://www.imdb.com/title/tt0043924/reviews-134
Tags: DVD, Filme Clássico, IMDb
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19 de março de 2012 às 10:48
Uma das grandes obras trágicas do cinema, todos os elementos clássicos do cinema extremamente bem conduzidos, e de quebra uma estonteante Liz Taylor. Diria que está entre os meus 30 prediletos de todos os tempos